|

Fotos AMIC
As primeiras ações no sentido de reverter a situação do Rio Maracujá,
que banha Cachoeira do Campo, estão sendo conduzidas pela
AMIC-Associação Cultural dos Amigos de Cachoeira do Campo. No dia 27 de
setembro, um grupo de rapazes, entre os quais os diretores da AMIC, fez
uma inspeção na situação atual do rio Acompanhado pelo oftalmologista
Bartolomeu Campos, ambientalista de primeira linha, o grupo percorreu
cerca de 1.520m do perímetro, desde a Ponte do Palácio até imediações
do antigo Colégio d. Bosco. Constatou-se que, na região central, o rio
apresenta-se em situação de esgoto a céu aberto. Somente à
altura do Bairro Pastinho se podem ver alguns pássaros a evoluir
sobre as águas, mas, peixes, somente nas proximidades do Colégio D.
Bosco

A vistoria do Rio Maracujá se fez a partir da Ponte do
Palácio, em direção à nascente. A foto mostra um dos três óculos da
ponte, Por suas dimensões avalia-se o volume de água de que por ali
passava quando de sua construção. Ainda hoje, as cheias do rio são uma
mostra de como ele já foi caudaloso

No perímetro urbano, o outrora límpido Rio Maracujá
tornou-se depósito de lixo e esgoto a céu aberto

mais esgoto no Maracujá

O projeto de reabilitação do Rio Maracujá foi também
tema de fórum. No dia 6 de abril/2002 foi realizado o I Fórum da Bacia do
Rio Maracujá, por iniciativa da Associação Cultural dos Amigos de
Cachoeira do Campo-AMIC. A degradação do Rio Maracujá foi abordada
sob diversos aspectos como assoreamento causado por voçorocas, mineração
predatória, desmatamento, esgoto e lixo.
|
Antes era a ausência completa de saneamento básico. Tudo
convergia para fossas, quando não para as grandes touceiras de bananeiras
no fundo dos quintais. A água encanada também não havia, a não ser
para meia dúzia de privilegiados.Água encanada para a maioria era
"enlatada" nos chafarizes públicos e carregada na cabeça. Bom,
isso já disse o samba carnavalesco, naqueles bons tempos em que havia
samba de carnaval. Se não havia saneamento, pelo menos havia o Rio
Maracujá, de águas claras, que fornecia peixes suficientes para a
alegria de pescadores de fins de semana. Havia o escorregador do
"Vai-e-Vem"(antepassado do moderno tobogã), onde, nos dias
quentes, a meninada desafiava os pais. Os ingazeiros debruçados sobre as
águas eram outra atração. Quando extravasava, o Maracujá chegava ao
luxo de formar dunas de areias brancas, legitimando a denominação de praia
à região onde se situa o campo de futebol.
À
jusante da Ponte do Palácio, a laje era
totalmente coberta por água. Hoje ela só se cobre no período das
cheias O
esgoto é lançado diretamente no rio 
Água
menos poluída, só nas imediações do antigo Colégio D. Bosco 
Professores
universitários/UFOP, coordenadores do Projeto Manuelzão técnicos da
Emater, representantes da Prefeitura Municipal de Ouro Preto e da AMIC
revezaram-se na defesa de mais ação pela recuperação do Maracujá,
importante afluente do Rio das Velhas Clique para ler
o RELATÓRIO DO FÓRUM Cachoeira
das Andorinhas: refúgio
de assaltantes |
|
| |
OURO PRETO GANHA PRAÇA NO DIA DO TRABALHO


Anexo à praça de eventos, um pequeno parque infantil


Reitor da UFOP, professor Dirceu do Nascimento
I Festival Ouropretano de Bandas
No segundo semestre, será realizado em Ouro Preto o I
Festival Ouropretano de Bandas, uma realização da Associação dos Amigos
do Museu da Inconfidência; Associação Comercial, Industrial e
Agropecuária de Ouro Preto; bandas de música do município de Ouro Preto;
e PROVER - projetos e produções cinematográficas. O projeto, que começa
com as bandas do município para, nos anos seguintes ampliar-se e receber
participantes de outras regiões do estado, foi elaborado para ser executado
em maio e junho/2002. Entretanto dificuldades no fechamento de patrocínios
forçaram seu adiamento para agosto/2002. Está marcado para acontecer nos
dia 29 de setembro. Bandas participantes: Banda Euterpe
Cachoeirense (distrito de Cachoeira do Campo); Sociedade Musical Senhor Bom
Jesus das Flores (Ouro Preto); Sociedade Musical Senhor Bom Jesus de
Matosinhos (Ouro Preto); Sociedade Musical Santa Cecília (distrito de
Rodrigo Silva); e Sociedade Musical União Social (distrito de Cachoeira do
Campo). Terá participação especial no evento o bloco carnavalesco
"Bandalheira". Ouro Preto, mais precisamente o distrito de
Cachoeira do Campo, é sede das mais antigas bandas de música. A Banda
Euterpe Cachoeirense foi fundada em 1856, e, a Sociedade Musical União
Social. em 1864.
Depois de vários adiamentos, o 1º Festival Ouropretano de
Bandas de Música deverá se realizar dia 29 de setembro. O projeto foi
reduzido de 4 para apenas 1 dia. Originalmente, previa-se a apresentação
das bandas em grupo de duas a duas a cada fim de semana, para, no último
dia, reunir todas em festa de confraternização.
|
Localizada em frente à reitoria da Universidade Federal
de Ouro Preto e ao Centro de Convenções, a Praça da UFOP torna útil à
comunidade um espaço inaproveitado até agora. Foi construída graças à
Telemar que entrou com os recursos necessários. A inauguração aconteceu
na manhã do dia 1º de maio


O senador Francelino Pereira esteve presente à
inauguração

Diretores de bandas participantes e coordenadores do
evento em reunião de trabalho
|
|